segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

a outra certeza é...

Um dia vou ser livre, na medida em que as tuas garras não mais de ti me farão prisioneira e aí, vou deixar de gostar de ti.

Espero que esse dia (não) chegue. Gosto de gostar de ti, mesmo que gostar de ti não me faça bem. Não sei o que tens de diferente, de igual ou de tão peculiar que me tenha deixado agarrada a ti ao tempo suficiente para estar farta de o fazer. Consegues simultaneamente fazer-me querer-te e desejar esquecer-te. Querer-te porque se poucas são as certezas da vida, uma é a morte, a outra e amar-te. Esquecer-te para poder avançar, da mesma forma que já tentei fazer, mas sem ti, dominante dono do meu coração, a impedir.

1 trapos envoltos.: