não sei
1 hora atrás
Ele dorme sufocado
Pelo nome que o atormenta
Já não amado
O som do coração atenta
Bate forte como tambor
Agitado como o mar
Permanece em espírito de dor
Sem força para se levantar
Um sono inquieto
Cada sonho, um tormento
O seu destino, nunca certo
Levou-lho ela num só momento
Esta noite falece.
Sangue, bebe-o a solidão
De verdadeiro amor carece
Ela vem, levanta-o, dá-lhe a mão
O nome dela ele implorava
Agora juntos novamente
Nunca ter sentido que o amava
Diz-lho ela conscientemente
De mão cerrada
Cravado nas costas, um punhal
Em corpo defunto, refugiada
Sua face é coberta de sal
E num só movimento
Deitado no chão o deixou
Sangue, em nenhum momento
Ela levou-lhe a vida
Ele, apenas a amou.
"- Rita, não me quero afastar de novo de ti, daqui a dois dias vou viajar por tempo indefinido, diz-me que esperas por mim, aqui - chorava, como nunca o vira chorar antes.